| 1. |
O Ministério da Aeronáutica, para fins
dos serviços de tráfego aéreo, adota: |
|
|
a)As Normas e Métodos Recomendados pele Diretoria de Eletrônica
e Proteção ao Vôo....... |
|
|
b)As Normas e Métodos Recomendados pela Organização
de Aviação Civil Internacional, ressalvadas as restrições
ou modificações apresentadas pelo Governo Brasileiro. |
|
|
c) As Normas e Métodos Recomendados pelo departamento de
Aviação Civil. |
|
|
d) As Normas e Métodos Recomendados pela Organização
de Aviação Civil Internacional, sem ressalvas. |
| |
|
| 2. |
De acordo com a estrutura do espaço aéreo, como
se divide o espaço aéreo superior? |
|
|
a) Limite vertical superior ilimitado, limite vertical inferior
FL245 exclusive e limites laterais indicados nas ARC. |
|
|
b) Limite vertical superior ilimitado, limite vertical inferior
FL245 exclusive e limites laterais indicados nas WAC. |
|
|
c) Limite vertical superior ilimitado, limite vertical inferior
FL245 exclusive e limites laterais indicados nas ERC. |
|
|
d) Limite vertical superior ilimitado, limite vertical inferior
FL245 inclusive e limites laterais indicados nas ERC. |
| |
|
| 3. |
De acordo com a estrutura do espaço aéreo, como
se divide o espaço aéreo inferior? |
|
|
a) Limite vertical superior FL245 exclusive, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas ARC. |
|
|
b) Limite vertical superior FL245 exclusive, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas ERC. |
|
|
c) Limite vertical superior FL245 inclusive, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas ARC. |
|
|
d) Limite vertical superior FL245 inclusive, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas ERC. |
| |
|
| 4. |
Qual a designação do espaço aéreo
no Brasil? |
|
|
a) Regiões de informação de vôo e espaços
aéreos controlados. |
|
|
b) Regiões de informação de vôo, espaços
aéreos controlados, rotas de assessoramento e espaços
aéreos condicionados. |
|
|
c) Regiões de informação de vôo, espaços
aéreos controlados e rotas de assessoramento. |
|
|
d) Regiões de informação de vôo, espaços
aéreos controlados e espaços aéreos condicionados. |
| |
|
| 5. |
Com se configuram as Regiões de Informação
de Vôo? |
|
|
a) Limite vertical superior ilimitado, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas ERC. |
|
|
b) Limite vertical superior ilimitado, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas ARC. |
|
|
c) Limite vertical superior FL245 inclusive, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas ERC. |
|
|
d) Limite vertical superior ilimitado, limite vertical inferior
solo ou água e limites laterais indicados nas WAC. |
| |
|
| 6. |
Marque a alternativa que apresente todos os tipos de espaço
aéreo controlado existentes. |
|
|
a) TMA, FIR, CTR, CTA e CTR |
|
|
b) CTR, TMA, CTA, UTA e ATZ |
|
|
c) ATZ em aeródromos controlados, UTA, TMA, CTA e CTR |
|
|
d) CTR, ATZ em aeródromo controlado, CTA, FIR e TMA |
| |
|
| 7. |
Qual sigla define as áreas superiores de controle e como
estão compreendidas? |
|
|
a) CTA - Compreendem as aerovias superiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
|
|
b) UTA - Compreendem as aerovias superiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
|
|
c) CTA - Compreendem as aerovias inferiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
|
|
d) UTA - Compreendem as aerovias inferiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
| |
Após a decolagem, a aeronave reporta ao órgão
de controle que o trem de pouso se chocou com um objeto estranho
na pista, ocasionando avaria no mesmo, que vai alijar combustível
e pousará dentro de duas horas. Esse fato configura-se como: |
| 8. |
Qual sigla define as áreas de controle e como estão
compreendidas? |
|
|
a) CTA - Compreendem as aerovias superiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
|
|
b) UTA - Compreendem as aerovias superiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
|
|
c) CTA - Compreendem as aerovias inferiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
|
|
d) UTA - Compreendem as aerovias inferiores e outras partes do
espaço aéreo assim definidas. |
| |
|
| 9. |
Genericamente, os espaços aéreos controlados compreendem
as classes: |
|
|
a) A, B, C, D e E |
|
|
b) A, B, C e D |
|
|
c) A, B e C |
|
|
d) A, B, C, D, E e F |
| |
|
| 10. |
10) Como se divide o espaço aéreo condicionado? |
|
|
a) Área Restrita e Área Proibida |
|
|
b) Área Restrita, Área Perigosa e Área Proibida |
|
|
c) Área Perigosa e Área Proibida |
|
|
d) Área Restrita e Área Perigosa |
| |
|
| 11. |
11)Em qual classe de espaço aéreo somente são
permitidos vôos IFR e todos os vôos estão sujeitos
ao serviço de controle de tráfego aéreo, devendo
ser separados entre si? |
|
|
a) C |
|
|
b) B |
|
|
c) D |
|
|
d) A |
| |
|
| 12. |
Marque a alternativa que corresponde a característica
do espaço aéreo classe E. |
|
|
a) Somente vôos IFR são permitidos. |
|
|
b) Todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de
tráfego aéreo. |
|
|
c) Aeronaves VFR podem voar neste espaço aéreo sem
autorização prévia e sem notificação. |
|
|
d) Os vôos IFR recebem serviço de assessoramento de tráfego aéreo. |
| |
|
| 13. |
Marque a alternativa que corresponde a característica
do espaço aéreo classe C. |
|
|
a) Apenas os vôos IFR estão sujeitos ao serviço de controle de
tráfego aéreo. |
|
|
b)A separação é provida apenas entre vôos IFR. |
|
|
c) Os vôos VFR são separados apenas dos vôos IFR e rebem informação
de tráfego em relação aos outros vôos VFR e aviso para evitar
tráfego quando requerido. |
|
|
d) Todos os vôos recebem apenas o serviço de informação
de Vôo. |
| |
|
| 14. |
Classe de Espaço aéreo em que são permitidos vôos IFR e VFR;
todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego
aéreo; os vôos IFR são separados entre si e recebem informação
de tráfego em relação aos vôos VFR (e aviso para evitar tráfego
quando requerido). Os vôos VFR recebem apenas informação de tráfego
em relação a todos os outros vôos (e aviso para evitar tráfego,
quando requerido) |
|
|
a) A |
|
|
b) D |
|
|
c) E |
|
|
d) F |
| |
|
| 15. |
Assinale a alternativa correta em relação às dimensões das aerovias
superiores. |
|
|
a) 80Km (43NM) de largura, estreitando-se a partir de 400km (216NM),
antes de um auxílio à navegação, atingindo sobre este a largura
de 40Km (21,5NM).
NOTA: As aerovias superiores entre dois auxílios à navegação, distantes
entre si até 200Km (108NM), terão a largura de 40Km (21,5NM) em
toda a sua extensão. |
|
|
a) 30Km(16NM) ) de largura, estreitando-se a partir de 400km (216NM),
antes de um auxílio à navegação, atingindo sobre este a largura
de 15Km(8NM)
NOTA: As aerovias superiores entre dois auxílios à navegação, distantes
entre si até 200Km (108NM), terão a largura de 15Km(8NM) em toda
a sua extensão. |
|
|
a) 80Km (43NM) de largura, estreitando-se a partir de 400km (216NM),
antes de um auxílio à navegação, atingindo sobre este a largura
de 30Km(16NM) .
NOTA: As aerovias superiores entre dois auxílios à navegação, distantes
entre si até 200Km (108NM), terão a largura de 30Km(16NM) em toda
a sua extensão. |
|
|
a) 80Km (43NM) de largura, estreitando-se a partir de 200km (108NM),
antes de um auxílio à navegação, atingindo sobre este a largura
de 40Km (21,5NM).
NOTA: As aerovias superiores entre dois auxílios à navegação, distantes
entre si até 100Km (54NM), terão a largura de 40Km (21,5NM) em toda
a sua extensão. |
| |
|
| 16. |
As aerovias inferiores entre dois auxílios à navegação,
distantes entre si até 100Km (54NM), terão a largura
de: |
|
|
a)40Km (21.5NM) em toda a sua extensão. |
|
|
b) 15Km (8NM) em toda a sua extensão. |
|
|
c) 30Km (16NM) em toda a sua extensão. |
|
|
d) 20Km (11NM) em toda a sua extensão. |
| |
|
| 17. |
O serviço de controle de área será prestado: |
|
|
a)por um ACC ou por um APP ao qual tenha sido delegada a atribuição
de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço
aéreo. |
|
|
b) por um APP ou por uma TWR a qual tenha sido delegada a atribuição
de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço
aéreo. |
|
|
c) por um ACC ou por uma TWR a qual tenha sido delegada a atribuição
de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço
aéreo. |
|
|
d) por um APP ou por um ACC ao qual tenha sido delegada a atribuição
de prestar tal serviço, dentro de determinado espaço
aéreo. |
| |
|
| 18. |
Quais são os serviços de tráfego aéreo
existentes? |
|
|
a) Serviço de Controle de Tráfego Aéreo,
Serviço de Assessoramento de Vôo, Serviço de
Informação de Vôo e Serviço de Alerta. |
|
|
b) Serviço de Controle de Tráfego Aéreo,
Serviço de Informação de Vôo e Serviço
de Assessoramento de Vôo. |
|
|
c) Serviço de Controle de Tráfego Aéreo,
Serviço de Informação de Vôo e Serviço
de Alerta. |
|
|
d) Serviço de Controle de Tráfego Aéreo e
Serviço de Informação de Vôo. |
| |
|
| 19. |
O serviço de controle de tráfego aéreo compreende: |
|
|
a) serviço de controle de área, serviço de
controle terminal e serviço de controle em aeroporto. |
|
|
b) serviço de controle de área, serviço de
controle terminal e serviço de controle de aeródromo. |
|
|
c) serviço de controle de área, serviço de
controle de aproximação e serviço de controle
em aeroporto. |
|
|
d) serviço de controle de área, serviço de
controle de aproximação e serviço de controle
de aeródromo. |
| |
|
| 20. |
O serviço de controle de tráfego aéreo é
proporcionado a: |
|
|
a) Todo tráfego de aeródromo nos aeródromos
controlados e todos os vôos nos espaços aéreos
classes B e C. |
|
|
b) Todos os vôos VFR nos espaços aéreos Classes
A B C e D. |
|
|
c) Todo vôo IFR especial. |
|
|
d) Todos os vôos IFR nos espaços aéreos classes
A B C D e E. |
| |
|
| 21. |
O seviço de informação de vôo e alerta
será prestado: |
|
|
a) Apenas no espaço aéreo classe G. |
|
|
b) Apenas aos vôos VFR. |
|
|
c) Nos espaços aéreos A B C e D |
|
|
d) Em todas as regiões de informação de vôo
sob jurisdição do Brasil. |
| |
|
| 22. |
Para fins de tráfego aéreo, o que significa operação
militar. |
|
|
a) Operação de aeronave em missão de guerra,
de segurança interna ou manobra militar realizada sob responsabilidade
direta de autoridade militar competente. |
|
|
b) Operação de aeronaves em manobra militar realizada
sob responsabilidade direta ou indireta do presidente da república. |
|
|
c) Qualquer operação que envolva aeronaves militares
ou aeronaves civis a serviço da Força Aérea
Brasileira. |
|
|
d) Operação de qualquer aeronave que estiver transportando
autoridades militares. |
| |
|
| 23. |
Em relação aos órgãos ATS, uma aeronave
que se declarar em operação militar: |
|
|
a) responsabilizará o órgão ATS sobre as
aeronaves envolvidas, inclusive no que diz respeito a todas as informações
disponíveis que possam facilitar esse tipo de operação. |
|
|
b) isenta o órgão ATS de qualquer responsabilidade
sobre as aeronaves envolvidas, entretanto esse órgão,
na medida do possível, poderá proporcionar informações
disponíveis que possam facilitar esse tipo de operação. |
|
|
c) isenta o órgão ATS de qualquer responsabilidade
sobre as aeronaves envolvidas, entretanto esse órgão
deverá proporcionar todas as informações disponíveis
que possam facilitar esse tipo de operação. |
|
|
d) responsabilizará o órgão ATS sobre as
aeronaves envolvidas, exceto no que diz respeito às operações
de pouso em formação. |
| |
|
| 24. |
O que é Tráfego Essencial? |
|
|
a) Todo tráfego controlado, ao qual o órgão
ATC proporciona separação, mas que, em relação
a um determinado vôo não controlado, não está
dele separado pelos mínimos estabelecidos para operação
não radar. |
|
|
b) Todo tráfego controlado, ao qual o órgão
ATC proporciona separação, mas que, em relação
a um determinado vôo controlado, não está dele
separado pelos mínimos estabelecidos para operação
não radar. |
|
|
c) Todo tráfego controlado ou não que, em relação
a um determinado vôo, não está dele separado
pelos mínimos estabelecidos para operação radar
ou não radar. |
|
|
d) Todo tráfego não controlado, no qual o órgão
ATS tem conhecimento e que, em relação a um outro
vôo em que o órgão ATS não tem conhecimento,
não está dele separado pelos mínimos estabelecidos
para operação radar ou não radar. |
| |
|
| 25. |
A informação de tráfego essencial será
dada: |
|
|
a) Aos vôos IFR pertinentes, no espaço aéreo
classe A. |
|
|
b) A todos os vôos IFR em todas as classes de espaço
aéreo. |
|
|
c) Aos vôos controlados pertinentes, quando constituírem
entre si tráfego essencial. |
|
|
d) Aos vôos não controlados, quando constituirem
entre si tráfego essencial. |
| |
|
| 26. |
Em caso de emergência, a classificação do
estado de alerta será de responsabilidade do: |
|
|
a) Piloto em comando da aeronave envolvida. |
|
|
b) Órgão de controle envolvido. |
|
|
c) Centro de Busca e Salvamento envolvido |
|
|
d) ACC envolvido. |
| |
|
| 27. |
Quando se tiver conhecimento de que uma aeronave está efetuando
uma descida de emergência e que esta venha a interferir no
tráfego, o órgão ATC responsável: |
|
|
a) Informará, imediatamente a ocorrência às
autoridades competentes. |
|
|
b) Instruirá a aeronave em descida de emergência
a desviar das outras aeronaves. |
|
|
c) Adotará, Imediatamente, medidas para salvaguardar as
aeronaves envolvidas. |
|
|
d) Prestará todo o apoio à aeronave em emergência
e não se dirigirá a outras aeronaves até que
a situação esteja resolvida. |
| |
|
| 28. |
Quando uma aeronave, voando em condições meteorológicas
de vôo visual, encontrar-se com falha de comunicações,
deverá: |
|
|
a) Prosseguir seu vôo mantendo-se em condições
meteorológicas visuais, pousar no aeródromo mais próximo
e
informar seu pouso ao órgão ATC apropriado pelo meio
mais rápido. |
|
|
b) Prossegir seu vôo em condições visuais
para o aeródromo de alternativa e informar seu poso ao órgão
ATC apropriado pelo meio mais rápido. |
|
|
c) Prosseguir seu vôo mantendo-se em condições
meteorológicas IFR, pousar no aeródromo mais próximo
e
informar seu pouso ao órgão ATC apropriado pelo meio
mais rápido. |
|
|
d) Prosseguir seu vôo mantendo-se em condições
meteorológicas visuais para o aeródromo de destino
e ingressar no circuito de tráfego do aeródromo atento
às instruções visuais da TWR. |
| |
|
| 29. |
Quando uma aeronave IFR, voando em condições meteorológicas
de vôo por instrumento, encontrar-se com falha de comunicações,
deverá: |
|
|
a) Prosseguir, segundo o Plano de Vôo em vigor, até
o limite da autorização e, se este não for
o aeródromo previsto de destino, continuar o vôo de
acordo com o Plano de Vôo apresentado;
ajustar seu vôo de modo a chegar sobre o auxílio à
navegação básico do aeródromo de destino
na hora estimada de chegada calculada no Plano de Vôo apresentado
ou o mais próximo possível dessa hora;
após a chegada sobre o auxílio à navegação
básico do aeródromo previsto de destino, iniciar a
descida na hora estimada de aproximação recebida ou,
na falta desta, iniciar a descida na hora estimada de chegada de
acordo com o Plano de Vôo em vigor ou o mais próximo
dessa hora;
completar o procedimento de aproximação por instrumentos
previsto para o aeródromo e pousar, se possível, dentro
dos 45 minutos subseqüentes à hora estimada de chegada
ou da hora estimada de aproximação, considerada a
posterior. |
|
|
b) Manter-se em condições de vôo IFR e pousar
no aeródromo mais próximo dentro de, no máximo,
30 minutos subseqüentes à hora estimada de chegada ou
da hora estimada de aproximação, considerada a posterior. |
|
|
c) Prosseguir para o aeródromo de alternativa declarado
no plano de vôo;
ajustar seu vôo de modo a chegar sobre o auxílio à
navegação básico do aeródromo de destino
na hora estimada de chegada calculada no Plano de Vôo apresentado
ou o mais próximo possível dessa hora;
após a chegada sobre o auxílio à navegação
básico do aeródromo previsto de destino, prosseguir
para o aeródromo de alternativa;
completar o procedimento de aproximação por instrumentos
previsto para aquele aeródromo e pousar, se possível,
dentro dos 30 minutos subseqüentes à hora estimada de
chegada ou da hora estimada de aproximação, considerada
a posterior. |
|
|
d) Prosseguir, segundo o Plano de Vôo em vigor, até
o limite da autorização e, se este não for
o aeródromo previsto de destino, continuar o vôo de
acordo com o Plano de Vôo apresentado;
ajustar seu vôo de modo a chegar sobre o auxílio à
navegação básico do aeródromo de destino
na hora estimada de chegada calculada no Plano de Vôo apresentado
ou o mais próximo possível dessa hora;
após a chegada sobre o auxílio à navegação
básico do aeródromo previsto de destino, iniciar a
descida na hora estimada de aproximação recebida ou,
na falta desta, iniciar a descida na hora estimada de chegada de
acordo com o Plano de Vôo em vigor ou o mais próximo
dessa hora;
completar o procedimento de aproximação por instrumentos
previsto para o aeródromo e pousar, se possível, dentro
dos 30 minutos subseqüentes à hora estimada de chegada
ou da hora estimada de aproximação, considerada a
posterior. |
| |
|
| 30. |
Uma aeronave voando sob regras de vôo por instrumentos
em aerovia, tendo como destino um aeródromo desprovido de
órgão de controle de tráfego aéreo e
situado na aerovia deverá: |
|
|
a) Obter da estação de telecomunicações
aeronáuticas local a autorização para iniciar
descida até atingir o nível mínimo da aerovia;
obter doACC as informações necessárias à
realização da aproximação e pouso;
bloquear o auxílio à navegação básico
do procedimento de aproximação no nível mínimo
da FIR e continuar a descida em órbita até o nível
mínimo da aerovia, no qual será ajustado o altímetro
(QNH);
após atingir a altitude de transição, iniciar
o procedimento de aproximação por instrumentos para
a pista selecionada, transmitindo na freqüência da estação
de telecomunicações aeronáuticas local, durante
a descida, os níveis ou altitudes e as fases sucessivas do
procedimento que for atingindo. |
|
|
b) obter do ACC a autorização para iniciar descida
até atingir o nível mínimo da aerovia;
obter da estação de telecomunicações
aeronáuticas local as informações necessárias
à realização da aproximação e
pouso;
bloquear o auxílio à navegação básico
do procedimento de aproximação no nível mínimo
da aerovia e continuar a descida em órbita até o nível
de transição, no qual será ajustado o altímetro
(QNH);
após atingir a altitude de transição, iniciar
o procedimento de aproximação por instrumentos para
a pista selecionada e;
transmitir na freqüência da estação de
telecomunicações aeronáuticas local, durante
a descida, os níveis ou altitudes e as fases sucessivas do
procedimento que for atingindo. |
|
|
c) obter do ACC a autorização para iniciar descida
até atingir o nível mínimo da FIR;
obter da estação de telecomunicações
aeronáuticas local as informações necessárias
à realização da aproximação e
pouso;
bloquear o auxílio à navegação básico
do procedimento de aproximação no nível mínimo
da FIR e continuar a descida em órbita até o nível
mínimo da aerovia, no qual será ajustado o altímetro
(QNH);
após atingir o nível mínimo da aerovia, iniciar
o procedimento de aproximação por instrumentos para
a pista selecionada, transmitindo na freqüência da estação
de telecomunicações aeronáuticas local, durante
a descida, os níveis ou altitudes e as fases sucessivas do
procedimento que for atingindo. |
|
|
d) obter do APP a autorização para iniciar descida
até atingir o nível mínimo da aerovia;
obter do ACC as informações necessárias à
realização da aproximação e pouso;
bloquear o auxílio à navegação básico
do procedimento de aproximação no nível mínimo
da aerovia e continuar a descida em órbita até o nível
de transição, no qual será ajustado o altímetro
(QNH);
após atingir a altitude de transição, iniciar
o procedimento de aproximação por instrumentos para
a pista selecionada, transmitindo na freqüência do ACC,
durante a descida, os níveis ou altitudes e as fases sucessivas
do procedimento que for atingindo. |
| |
|
| 31. |
Quando decolar de aeródromo desprovido de órgão
de controle de tráfego aéreo e que não dispuser
de procedimentos de saída por instrumentos (SID) publicados,
a aeronave, logo após a decolagem, deverá: |
|
|
a) Tomar um rumo que intercepte a aerovia a aerovia num ângulo
de 45 graus e efetuar a subida, evitando obstáculos, por
um tempo suficiente que lhe permita penetrar na aerovia no nível
autorizado, transmitindo na freqüência da estação
de telecomunicações aeronáuticas local, durante
a subida, as altitudes ou níveis que for atingindo.
|
|
|
b) Tomar um rumo que não interfira com o procedimento executado
por outra aeronave que estiver realizando o procedimento de aproximação
por instrumentos e efetuar a subida, evitando obstáculos,
por um tempo suficiente que lhe permita penetrar na aerovia no nível
autorizado, transmitindo na freqüência da estação
de telecomunicações aeronáuticas local, durante
a subida, as altitudes ou níveis que for atingindo. |
|
|
c) Tomar o rumo direto de um fixo de posição existente
na aerovia e efetuar a subida, evitando obstáculos, por um
tempo suficiente que lhe permita penetrar na aerovia no nível
autorizado, transmitindo na freqüência da estação
de telecomunicações aeronáuticas local, durante
a subida, as altitudes ou níveis que for atingindo. |
|
|
d) subir em condições visuais, direto para a aerovia,
evitando obstáculos, por um tempo suficiente que lhe permita
penetrar na aerovia no nível autorizado, transmitindo na
freqüência do ACCl, durante a subida, as altitudes ou
níveis que for atingindo. |
| |
|
| 32. |
Qual código transponder o plioto deve acionar para avisar
ao órgão de controle que está sob interferência
ilícita?
|
|
|
A7500 |
|
|
A6500 |
|
|
A7700 |
|
|
A7600 |
| |
|
| 33. |
Em rotas não definidas por pontos de notificação
compulsórios, as aeronaves são obrigadas a transmitir
suas posições: |
|
|
a) após os primeiros 45 minutos de vôo e, depois,
a intervalos de uma hora |
|
|
b) após os primeiros trinta minutos de vôo e, depois,
a intervalos de uma hora |
|
|
c) após a primeira hora de vôo e, depois, a intervalos
de 30 minutos |
|
|
d) após os primeiros trinta minutos de vôo e, depois,
a intervalos de 45 minutos |
| |
|
| 34. |
A mensagem de posição conterá os seguintes
elementos: |
|
|
a) Identificação da aeronave, velocidade, hora de
decolagem, nível de vôo, próxima posição
e hora de sobrevôo. |
|
|
b) Identificação da aeronave, posição,
hora, nível de vôo ou altitude e próxima posição
e hora de sobrevôo. |
|
|
c) Identificação da aeronave, procedência,
destino, nível de vôo ou altitude, próxima posição
e hora de sobrevôo. |
|
|
d) Posição da aeronave, nível de vôo,
próxima posição, hora de sobrevôo e identificação. |
| |
|
| 35. |
A uma aeronave de categoria leve que segue a trajetória
de de uma outra de categoria pesada, na mesma altitude, deve ser
aplicada separação radar de no mínimo: |
|
|
a) 6 NM |
|
|
b) 4 NM |
|
|
c) 5NM |
|
|
d) 3NM |
| |
|
| 36. |
Entre uma aeronave LEVE ou MÉDIA que pousar após
uma aeronave PESADA, deverá ser aplicada uma separação
mínima de: |
|
|
a) 2 minutos |
|
|
b) 5 minutos |
|
|
c) 4 minutos |
|
|
d) 3 minutos |
| |
|
| 37. |
Quando a decolagem de uma aeronave LEVE ou MÉDIA seguir
um pouso de uma aeronave PESADA, deverá ser aplicada a separação
mínima de: |
|
|
a) 3 minutos |
|
|
b) 4 minutos |
|
|
c) 2 minutos |
|
|
d) 1 minuto |
| |
|
| 38. |
Quando a decolagem de uma aeronave leve ou média ocorrer
numa parte intermediária da pista, após a decolagem
de uma outra aeronave pesada, deverá ser aplicada a separação
mínima de: |
|
|
a) 4 minutos |
|
|
b) 5 minutos |
|
|
c) 2 minutos |
|
|
d) 3 minutos |
| |
|
| 39. |
Quando uma aeronave estiver em um procedimento de vetoração
radar para aproximação visual, o vôo IFR será
automaticamente cancelado quando: |
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a) for iniciado o procedimento de vetoração radar
para aproximação visual. |
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b) a aeronave reportar que já se encontra em contato rádio
com a TWR. |
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c) a aeronave informar contato visual com a pista e for transferida
para TWR. |
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d) a aeronave iniciar a final do procedimento de aproximação
visual. |
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| 40. |
As aeronaves que sobrevoarem aeródromos desprovidos de
órgão ATC, no espaço aéreo inferior
deverão: |
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a) até o FL200, deverão manter escuta da estação
de telecomunicações aeronáutica para coordenação
e informação de vôo num raio de 54 NM. |
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b) deverão manter escuta da estação de telecomunicações
aeronáutica para coordenação e informação
de vôo num raio de 54NM. |
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c) deverão manter a escuta do ACC responsável pela
FIR voada para coordenação e informação
de vôo. |
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d) deverão manter escuta da estação dnáutica
para coordenação e informação de vôo
num raio de 27NM. |