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Em 1992, a Intel começou a desenvolver um padrão de barramento para interconectar dispositivos periféricos, isto gerou a primeira especificação do PCI (Peripheral Connection Interface ou Interface de Conexão Periférica). Essa primeira especificação não aceitava slots de expansão. Com a introdução dos chips 486 de alta velocidade e do Pentium, a indústria começou a se preocupar com a viabilidade do barramento VESA. Incentivada por diversas fontes, a Intel atualizou a especificação do PCI, para que ele pudesse aceitar conectores de slots de expansão. Ao contrário do VLB, que opera com velocidade igual a do barramento local, o PCI foi projetado para operar em sua própria freqüência de clock, independente da velocidade do barramento do sistema. O PCI estabelece uma conexão com o barramento local do processador, através de um chip especial, que estabelece uma ponte entre o barramento local (ponte PCI) e o barramento PCI. Desse modo, a cada geração de microprocessadores que surgisse, apenas o chip de ponte precisaria ser modificado, e todos os dispositivos periféricos continuariam a funcionar de forma automática, com todos os novos processadores produzidos. Originalmente especificado para 32 bits funcionando a 33 MHz, o barramento PCI apresentava uma taxa de transferência máxima teórica de 132 MBps – 16,5 vezes mais rápido que o barramento ISA. A especificação original também previu um slot de 124 pinos (62 pinos de cada lado).
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