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A Compaq se tornou um dos principais fabricantes de clones de PCs e
começou a trabalhar na extensão de uma arquitetura de barramento,
que possibilitasse comportar uma taxa de transferência de
dados mais alta. Um consórcio de fornecedores liderado
pela Compaq e também a Intel, desenvolveram o padrão EISA
(Extended Industry Standard Architecture ou Arquitetura Industrial Padrão
Estendida).
O objetivo do padrão, além de permitir uma taxa de transferência
de dados maior era, também, manter a compatibilidade retroativa
com os barramentos dos PCs mais antigos e melhorar as especificações
do ISA de forma funcional, elétrica e física. Isso foi conseguido
com o design inteligente de um novo conector de slot, que incluía
novos sinais em uma segunda fileira de contatos, abaixo dos contatos ISA
existentes.
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O EISA trabalha a 8,33 MHz, com 32 bits. Na teoria,
o barramento deveria chegar à uma taxa de 33 MB/s. Nas placas
periféricas EISA não existem jumps de configuração,
pois ela é feita toda por software.
As placas EISA vêm com um disco, onde existe um utilitário
de configuração que geram dados para serem armazenados
em uma memória RAM CMOS, semelhante a que existe na placa
mãe do computador.
A figura mostra o diagrama em bloco de um sistema com barramento
EISA.
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O padrão EISA adiciona 100 novos contatos (duas linhas de
50 contatos) que, se fossem colocados em linha com o ISA, certamente
gerariam um conector impraticável. A solução
adotada para acomodar os novos contatos e ainda manter a compatibilidade
com as placas ISA, foi produzir uma Segunda camada de contatos no
slot, a uma profundidade maior e deslocada em relação
aos contatos ISA. Uma placa ISA pode ser adaptada normalmente num
slot EISA, e não provoca curto ou má conexão,
pois ela não entra a fundo no slot devido a um elemento mecânico,
que trava seu encaixe antes que ela alcance os contatos EISA.
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Apesar dos novos aprimoramentos, os conjuntos
dos chips do sistema EISA eram muitos caros e o design do circuito
também, visto que, para aceitar os ciclos dos barramentos ISA
e os ciclos EISA mais velozes, diversos novos sinais foram acrescentados
e a complexidade do sistema aumentou muito. Para piorar, os programas
populares da época (normalmente baseados no DOS) não
obtinham ganho significativo com o novo sistema. Como resultado, o
sistema EISA nunca foi considerado realmente como uma arquitetura
de mercado, ficando mesmo restrito aos equipamentos servidores de
alto desempenho, onde os recursos aprimorados poderiam ser convertidos
em benefícios verdadeiros. Veja
pinagem de um conector EISA e sua compatibilidade com o ISA. |
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