| Módulo II - Tipos de Softwares de Computadores | pag. 2/4 |
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Um Sistema Operacional (SO) é o software que, na realidade, coloca o microcomputador em funcionamento. De maneira mais específica, será o sistema de softwares que opera o hardware do microcomputador, permitindo a realização das tarefas solicitadas pelos usuários. Todos os microcomputadores possuem algum tipo de sistema operacional e, como veremos mais adiante, vários sistemas operacionais podem ser utilizados em um microcomputador. Apesar de termos diferenças significativas entre os sistemas operacionais para o PC, há também uma grande dose de similaridade, visto que devem gerenciar o mesmo microprocessador. HISTÓRICO Quando um microcomputador é adquirido, na realidade não está pronto para uso, isso porque parte do equipamento é composta por um elemento não visível chamado de software. O software nada mais é do que uma série de instruções escritas de modo que o microprocessador entenda o que deve ser feito, ao passo que o hardware é efetivamente o microcomputador que conhecemos, que inclui as placas e dispositivos eletro-eletrônicos que são responsáveis pela vida do equipamento. Se o hardware é o corpo o software poderia ser dividido entre alma, inteligência, e conhecimento;
SISTEMA OPERACIONAL COM INTERFACE DE CARACTERES. Nos primórdios da microinformática um dos SO mais usados era o MS DOS (Microsoft Disk Operatting System), graças a um acordo entre e IBM e a Microsoft. Sua interface (interação)com o usuário se dava através do monitor e teclado. O monitor era limitado a 24 linhas de 80 caracteres brancos em um fundopreto (ou verde ou âmbar de acordo com o modelo e fabricante).
Com o desenvolvimento da tecnologia outros tipos de monitores foram criados,
melhores e com resolução mais alta (relação
entre quantidade de pontos visíveis na largura e altura do monitor),
esses monitores demandavam uma nova tecnologia de interação;surgiu
o mouse como parceiro do teclado na entrada de dados,mas ainda não
era suficiente...
Os microcomputadores já possuíam tecnologia que permitia a execução de várias tarefas ao mesmo tempo, todavia, o SO não tratava essa característica, o que restringia, e muito, as aplicações chamadas profissionais, fato que causava certa incerteza quanto à longevidade do IBM PC haja vista a gama de PC (Personal Computer) que haviam nascido e falecido com promessas de solução para os problemas contemporâneos (Sinclair, TRS 80, AMIGA, etc). Havia ainda o problema de que para ser utilizado o DOS precisava ser devidamente configurado, e para tirar proveito de toda sua capacidade era necessário decorar inúmeros comandos, muitas vezes extremamente obscuros. Então, aproveitando a idéia de sistemas já existentes, a Microsoft lançou o Windows, SO que usava e abusava dos recursos disponíveis nos monitores, placas mãe, etc., mas as primeiras versões possuíam (?) muitos erros de programação, o que resultava em falhas e travamentos constantes. Tecnicamente falando, as versões iniciais do Windows não podem ser consideraras sistemas operacionais; em vez disso, esses ambientes operavam em conjunto com o MSDOS para oferecer acesso às tecnologias que então despontavam. O Windows apresenta ao usuário uma interface gráfica consistente; cada aplicação é executada em uma janela própria, que pode ocupar parte ou a totalidade da área útil do monitor, ou mesmo estar oculta. SISTEMA OPERACIONAL COM INTERFACE GRÁFICA. O Windows foi desenvolvido, em parte, para remediar as deficiências do MSDOS tais como: multitarefa, Uma outra inovação aplicada pelo Windows foi usar o recurso de multitarefa, que apesar de estar disponível nos microcomputadores da época, não era usado devido a limitações do SO (DOS). O que um SO multitarefa faz é na verdade simular a execução
simultânea de programas, ou seja, o SO divide o tempo de execução
das rotinas de cada programa em uso de forma que parece que
os programas estão sendo executados simultaneamente. |
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